24 de novembro de 2014

Funcionários da AeC realizam protesto por melhores salários
















Funcionários da empresa de Call Center AeC iniciaram, na manhã desta segunda-feira (24), um protesto em frente à porta da empresa, que funciona no José Américo, para reivindicar melhores salários e condições de trabalho.

Informações dão conta que a empresa teria adiado para janeiro do próximo ano o reajuste dos salários que estava previsto para acontecer em setembro. Além disso, os funcionários se queixam da falta de condições de trabalho e da prática de assédio moral por parte dos coordenadores.

A AeC opera em João Pessoa e em Campina Grande. Na capital paraibana, a empresa possui duas unidades: uma no José Américo e a outra no bairro de Mangabeira.

Uma funcionária que não quis se identificar confirmou que a pressão dentro da empresa é muito grande. Ela disse que os funcionários são impedidos de atender os seus telefones celulares e têm apenas vinte minutos para almoçarem. “Além dos baixos salários, trabalhamos sob pressão”, revelou.



Imagens de nudez e sexo com policiais são apuradas no Parana 













As polícias do Paraná investigam pelo menos três casos que envolvem imagens de nudez e sexo com pessoas vestindo uniformes das corporações.

No caso mais recente, a imagem de uma mulher seminua vestindo um colete da Polícia Militar está sendo vinculada a uma foto do rosto de uma policial militar.

As imagens começaram a circular inicialmente em grupos fechados do WhatsApp que reúne policiais e se espalhou pela internet. A foto da mulher seminua era enviada aos destinatários e, na sequência, também era compartilhada a foto com o rosto da policial, como se fossem a mesma pessoa. O Comando da PM quer identificar o autor da associação.

Além da investigação interna da PM, o caso também está sendo investigado pelo Núcleo de Combate aos Ciber Crimes (Nuciber), onde a policial registrou um boletim de ocorrência por crime contra a honra. Ela nega ser a pessoa fotografa sem roupa.

A militar também utilizou seu perfil no Facebook para comentar o caso. No texto, ela alerta que o caso não ficará esquecido e adverte o autor da postagem da foto que "você mexeu com polícia e não com criança".

A assessoria de comunicação da PM informou que a corporação está estudando as medidas legais para identificar o autor da postagem. Em nota encaminhada à reportagem, a PM afirma que "ao funcionário público ofendido em situações de divulgação de imagens cabe buscar os seus direitos conforme legislação vigente e representar contra seu ofensor em uma delegacia, conforme o caso da policial militar citada nas mídias sociais".

Em relação a foto da mulher seminua, a PM diz que "se ficar comprovado que seja uma policial, ou um policial que emprestou as vestimentas para a foto, fica este passível de responsabilização severa já que fere ética e moralmente a legislação castrense".

Policia Civil

Em outro caso, a imagem de uma mulher ajoelhada sobre uma cama e vestindo uma camiseta preta semelhante às utilizadas por policiais civis do Paraná também circula por grupos do WhatsApp.

Na foto, a mulher porta uma arma, presa em uma calcinha branca. A arma se assemelha a uma pistola, também utilizada pela Policia Civil.

De acordo com a assessoria de imprensa da instituição, a foto não contém elementos que possa levar a identificação da mulher, que está de costas. A coordenação da Polícia Civil admite haver semelhanças entre a camiseta e a arma -marca Taurus calibre .40- utilizadas na instituição, mas ressalva que a pistola pode ser um simulacro e o vestuário pode ter sido confeccionado sem o conhecimento da polícia.

Sem a identificação da mulher, a Polícia Civil coleta dados para saber a origem da foto, sem instauração de procedimento oficial. A assessoria de imprensa do órgão afirma que se for comprovada a condição de policial da mulher, ela poderá responder a procedimento interno e ser suspensa da função por um período de até 60 dias, por infração às normas da polícia.

Se a mulher não pertencer à instituição e se for comprovada que a arma é verdadeira, ela poderá ser indiciada por posse ilegal de arma. Quanto ao uso da camiseta, a Polícia Civil informou que não existe padronização das camisetas e apesar das semelhanças, cada delegacia pode confeccionar o vestuário para os policiais.




Traficante acusado de espancar mulher com pedaço de madeira é preso no Rio










O homem que aparece em imagens de um vídeo gravado por celular espancando uma mulher com um pedaço de madeira, que teve a cabeça raspada, identificado pelo vulgo de “Sombra”, foi preso por policiais do 7º BPM, comunidade do Jóquei, em São Gonçalo, na região metropolitana do Rio.

De acordo com matéria publicada, Sombra que também seria traficante contou com a participação de um menor que foi apreendido pela polícia por participação gravando o vídeo. Na segunda-feira (17), a SPM (Secretaria de Políticas para Mulheres da Presidência da República) informou que pediu a apuração do vídeo. A delegada da Delegacia de Alcântara (74ª DP), Mônica Areal, afirma que só teve conhecimento do vídeo ao apreender o adolescente, de 15 anos, por porte de drogas.

A delegada declara que iria liberar o adolescente porque a quantidade de drogas era pequena e configurava apenas uso, mas um policial militar mostrou a gravação no celular e o adolescente confessou que foi ele que filmou a cena.

O vídeo divulgado nas redes sociais é apenas um recorte. No vídeo original, o homem raspa os cabelos da mulher e começa a sessão de espancamento com ela sentada em um banco. O adolescente preso afirma que o motivo da tortura foi “uma fofoca com um menor” que a mulher teria feito.

O adolescente também confessou que faz parte do tráfico na favela da Linha, também em São Gonçalo. Segundo a delegada, ele foi apreendido por envolvimento com o tráfico. A mulher que aparece no vídeo ainda não foi localizada pelos policiais.



POSTADO POR GENILDO ALVES.

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