11 de julho de 2013

NOVAS NOTICIAS DO BLOG FOCOPB.

Mãe dá 90 tesouradas em bebê por causa de mordida

Mãe dá 90 tesouradas em bebê por causa de mordida
 Uma história de violência de uma mãe contra o próprio filho chocou e comoveu a China na última semana. O bebê, de apenas oito meses de idade, sobreviveu após ter recebido 90 tesouradas, a maior parte delas no rosto, por ter mordido o seio da mãe enquanto mamava.

O crime aconteceu em Zuzhou, na Província de Jiangsu. Xiao Bao mora com a mãe e dois tios, que trabalham coletando lixo para reciclagem. Foi um dos tios quem descobriu o bebê ferido, deitado em uma poça de sangue, no quintal de casa, e o levou ao hospital. As informações são do tabloide britânico Daily Mail.

A mãe confessou que atacou Xiao porque ele a mordeu durante a amamentação. O bebê precisou receber cem pontos depois do incidente e ainda está se recuperando no hospital.

Vizinhos pediram que o governo tirasse o menino da família, mas o pedido foi negado, porque, aparentemente, a mãe não sofre de doenças mentais e o bebê está protegido pela presença dos tios.






Médicos do Arlinda Marques cruzam os braços a partir das 14h


Médicos do Arlinda Marques cruzam os braços a partir das 14h
Os médicos do ambulatório do Complexo de Pediatria Arlinda Marques param os atendimentos a partir das 14h nesta quinta-feira (11). Apenas o hospital estará atendendo os casos de Urgência e Emergência. Em virtude das manifestações marcadas para hoje a categoria de saúde também poderá ir as ruas da cidade para protestar.

Na semana passada os Médicos, residentes e estudantes de Medicina da Paraíba realizaram um  protesto contra o baixo investimento do governo brasileiro na saúde pública, em oposição à "importação de médicos estrangeiros" sem a revalidação de diplomas e pela adoção de medidas que permitam o exercício da medicina e a qualificação da assistência. 







Fundação é condenada pelo TST por atraso de salários

A decisão foi tomada inicialmente na VT de Patos e confirmada pela 2ª Turma do TRT
O Tribunal Superior do Trabalho (TST) confirmou decisão da Justiça paraibana que condenou a Fundação Francisco Mascarenhas, na cidade de Patos, a indenizar por danos morais, em R$ 50 mil, um professor, por repetidos atrasos no pagamento dos salários. A decisão foi tomada inicialmente na Vara do Trabalho de Patos e confirmada pelo desembargadores da 2ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da Paraíba
A Fundação recorreu em todas as instâncias, alegando que chegou atrasar os salários alguns meses, e que tal fato acontecia eventualmente, não podendo ser configurado o dano moral. Porém, as provas testemunhais afirmaram que os salários chegavam a 20 dias de atraso nos períodos de matrícula dos alunos e nos demais meses chegava a 10 dias. Uma testemunha chegou a afirmar que a instituição justificava os atrasos por haver inadimplência no período de matrícula e porque o prédio da faculdade estava em reforma.
Para o relator do processo no TRT, desembargador Wolney Cordeiro, não houve nenhuma justificativa legal para os atrasos dos salários. “Imagine-se que a verba alimentar encontra-se preterida, em face de uma reforma em suas instalações. Não ficou demonstrado nenhum motivo grave ou relevante que justifique o atraso contumaz”, frisou o magistrado.
A Instituição requereu o reconhecimento de culpa recíproca pela rescisão de contrato de trabalho realizada pelo funcionário. Porém, o relator ressaltou que a impontualidade do empregador gerou enorme instabilidade ao funcionário, causando-lhe prejuízos de ordem material e moral. “Aclara-se que o reconhecimento da rescisão indireta tem fundamento maior, a mora contumaz nos pagamentos de salários”, registrou (processo: 002800-63.2012.5.13.0011).






'Estudante 10': Procon-PB multa site por cobrança abusiva para carteira estudantil

Multa foi no valor de R$ 100 mil e site já tinha sido autuado em abril. 'Estudante 10' cobrava R$ 20, mas o preço máximo definido foi R$ 14.
O Procon da Paraíba (Procon-PB) multou, na manhã desta quarta-feira (10), o site ‘Estudante 10’ em R$ 100 mil, por emissão irregular de Carteiras de Identidade Estudantil e por cobrança de valor abusivo para a confecção do documento.
Segundo o secretário executivo do Procon-PB, Marcos Santos, o site não está entre as entidades habilitadas para emissão da carteira estudantil e, portanto, não pode confeccionar o documento. Além disso, o ‘Estudante 10’ estava cobrando R$ 20 para emitir a carteira de estudante, mesmo após decisão judicial que limitou o preço a R$ 14.
“O site já havia sido autuado no mês de abril e não apresentou defesa. Não há nada que justifique a cobrança de um valor tão alto para a emissão da carteira estudantil. Além do preço abusivo, este site não está entre as entidades credenciadas para emissão das carteiras e, provavelmente, para conseguir confeccionar o documento, eles estão a serviço de alguma entidade estudantil, que está usando esta estratégia para burlar o valor máximo firmado em Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) em março”, afirmou Marcos.
Além da aplicação da multa, o Procon-PB já ingressou com uma medida judicial solicitando que o site seja impedido de receber novos pedidos de emissão de carteiras estudantis. O órgão de defesa do consumidor solicitou também à Justiça que, após o julgamento do mérito, o site seja obrigado a restituir, com correção monetária, aos estudantes lesados o montante pago acima do valor máximo permitido.





Supremo Tribunal Federal nega pedido de retomada das atividades da Telexfree

O ministro do Supremo Tribunal Federal Celso de Mello negou nesta quarta-feira (10) pedido de grupo de divulgadores da empresa Telexfree, no Paraná, pela retomada das atividades da empresa, suspensas desde junho por decisão a juíza Thaís Borges, da 2ª Vara Cível da Comarca de Rio Branco.
A empresa está sendo investigada pelo Ministério Público em vários estados, por suspeita de operar um esquema de pirâmide financeira, considerado crime contra a economia popular.
Segundo o MP, a Telexfree utiliza como “disfarce” um tipo de estratégia empresarial conhecido marketing multinível, quando ocorre a distribuição de bens e serviços e divulgação dos produtos por revendores independentes que faturam em cima do percentual de vendas.
Os divulgadores afirmam que a decisão da justiça do Acre fere seu direito “líquido e certo” de receber pagamentos devidos pela empresa, de acordo com os contratos firmados. Outro argumento é de que a empresa “honra com seus compromissos” e não há ainda provas de que tenha cometido qualquer irregularidade.
Para o grupo, não há motivos para a suspensão total das atividades e seria suficiente apenas impedir o cadastramento de novos contratantes ou nomear um interventor.
“Os danos enfrentados pelos impetrantes [divulgadores] e demais contratantes da empresa pela malsinada decisão judicial são de difícil, senão impossível reparação, prejudicando sobremaneira a esfera patrimonial e reputação dos impetrantes, como da própria empresa”, afirma o grupo de divulgadores.
Na decisão, o ministro afirma que o STF não tem competência para julgar um mandado de segurança contra uma decisão de outro tribunal. Segundo Celso de Mello, o pedido deveria ter sido feito ao Tribunal de Justiça do Acre.
“A jurisprudência do Supremo Tribunal Federal tem reafirmado a competência dos próprios Tribunais para processar e julgar, em sede originária, os mandados de segurança impetrados contra seus atos e omissões”, justificou o ministro.
A decisão foi dada pelo ministro Celso de Mello, que ocupa temporariamente a presidência no recesso, enquanto o ministro Joaquim Barbosa retorna de um evento, na Holanda, que reuniu ministros de Supremas Cortes de todo o mundo.
A Telexfree trabalha com a prestação de serviços de telefonia VoIP (por meio da internet). O modelo de trabalho da empresa considerado ilegal se baseia na venda de pacotes a "divulgadores", que compram e revendem contas e "recrutam" novos revendedores. Para tornar-se um divulgador, o interessado precisa pagar uma taxa de adesão e comprar os pacotes de contas, que custam a partir de US$ 289.





Jovem é atraído até lixão e assassinado a golpes de facadas na cidade de Cabedelo.

Um jovem com cerca de 20 anos de idade foi assassinado a facadas na tarde desta quarta-feira (10) no município de Cabedelo, região metropolitana de João Pessoa.
De acordo com a policia, a vítima foi vista pela última vez bebendo com um grupo de amigos e poucas horas depois o jovem foi encontrado morto em um lixão na comunidade Jardim Oceania.
O caso está sendo investigado pelo Delegado Ademir Fernandes que vai tentar localizar os amigos do rapaz para que eles possam prestar maiores esclarecimentos que possam levar a polícia aos autores e aos motivos do assassinato.






MAIS UMA!: Justiça Federal decreta indisponibilidade dos bens da BBOM e dos sócios proprietários

Juíza entendeu que há fortes indícios de que o modelo de negócio da empresa é uma pirâmide financeira

A juíza federal substituta da 4ª Vara Federal de Goiânia, acatou pedido formulado pelo Ministério Público Federal em ação cautelar preparatória, e decretou a indisponibilidade dos bens da empresa EMBRASYSTEM – Tecnologia em Sistemas, Importação e Exportação Ltda, conhecida pelos nomes fantasia “BBOM” e “UNEPXMIL”, e da empresa BBRASIL ORGANIZAÇÕES E MÉTODOS LTDA, bem como dos bens dos sócios proprietários dessas empresas.
Ao analisar a documentação juntada pelo Ministério Público Federal, a juíza entendeu pela existência de robustos indícios de que o modelo de negócios operado pela empresa BBOM se trata, na verdade, de uma “pirâmide financeira”, prática proibida no Brasil e que configura crime contra a economia popular.
A decisão traça, primeiramente, as diferenças entre o modelo de negócios denominado “marketing multinível” ou “marketing de rede”, e o golpe conhecido por “pirâmide financeira”.
O “marketing multinível” se trata de modelo comercial sustentável, constituindo uma prática legal. De acordo com a decisão, trata-se de modelo de negócios em que o integrante da rede pode ter ganhos financeiros tanto em razão da venda de produtos ou serviços que realiza, como através de recrutamento de outros vendedores e, nesse caso, seu faturamento será proporcional à receita gerada pelas vendas dos integrantes de sua rede.
No marketing multinível, o faturamento é calculado sobre as vendas dos produtos. A venda do produto é, portanto, a base de sustentabilidade do negócio.
Já no esquema denominado “pirâmide financeira”, os participantes são remunerados somente pela indicação de outros indivíduos para o sistema, sem levar em consideração a real geração de vendas de produtos. Não há, nesse caso, sustentabilidade do negócio, pois se funda unicamente nos pagamentos realizados pelos associados. E, em dado momento, se torna matematicamente impossível atrair novos participantes para a rede, e os participantes mais novos acabam sendo lesados.
Após traçar essa diferenciação, a juíza ponderou que no sistema adotado pela BBOM os interessados associam-se mediante o pagamento de uma taxa de cadastro (R$ 60,00) e de um valor de adesão que varia dependendo do plano escolhido (bronze – R$ 600,00, prata- R$ 1800,00 ou ouro – R$ 3.000,00), obrigando-se a atrair novos associados e a pagar um taxa mensal obrigatória no valor de R$ 80,00 pelo prazo de 36 meses. Já os mecanismos de premiação ou bonificação prometidos pela BBOM aos associados, são calculados sobre as adesões de novos participantes que tenham sido indicados pelo associado. Quanto mais participantes o associado consegue trazer para a rede, maior é a premiação prometida.
Conforme identificado pela juíza, o pagamento dos participantes depende exclusivamente do recrutamento por ele feito de novos associados. A “sustentabilidade” do negócio não advém da renda gerada pela venda do produto supostamente objeto da franquia, que se trata um rastreador.
Nesse ponto, a decisão chama atenção para o fato de que, conforme esclarecimento feito pela ANATEL, o rastreador utilizado em veículos é uma estação de telecomunicações que necessita ser licenciada pela agência, e não foi concedida pela ANATEL autorização à empresa EMBRASYSTEM, conhecida por BBOM ou UNEPXMIL, para trabalhar com esse tipo de produto.
Por fim, a juíza afirma que a medida deferida visa resguardar os interesses dos novos associados ao sistema BBOM, que constituem a base da “pirâmide”, ou seja, a maior parte dos associados, pois no caso de “quebra” da empresa são essas pessoas que serão lesadas.
A indisponibilidade de bens requerida pelo Ministério Público Federal busca evitar a dilapidação do patrimônio da empresa, de modo a possibilitar futuro ressarcimento aos consumidores lesados.



Saiba quais são os 107 municípios da Paraíba que terão ‘Mais Médicos’; Mari está entre eles.

Ministro Alexandre Padilha
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, divulgou, nesta terça-feira (9), a lista dos municípios que terão prioridade no programa Mais Médicos, do Governo Federal. Na Paraíba, serão 107 cidades classificadas como de maior vulnerabilidade social e com falta de médicos. Serão 1.042 municípios priorizados para receber investimentos em infraestrutura e profissionais, na região Nordeste.
Para selecionar e levar os profissionais a essas regiões carentes, o Governo Federal lançou ontem três editais: um para atração de médicos; outro para adesão dos municípios que desejam admití-los; e um último para selecionar as instituições supervisoras.
Será aceita a participação de médicos formados no Brasil, que terão prioridade no preenchimento das vagas e também a de graduados em outros países, com preferência para brasileiros. Os estrangeiros só ocuparão as vagas remanescentes após a escolha destes dois grupos.
De acordo com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, levar os médicos para as periferias e regiões do interior pode resolver até 80% dos problemas de saúde da população, mesmo que ainda haja deficiências na infraestrutura das unidades de saúde desses locais.
“Temos que acabar com essa visão de que saúde só se faz dentro de hospital. A atenção básica com qualidade, com médico bem preparado para acompanhar o paciente resolve 80% dos problemas de saúde da população. Isso é importante para reduzir a lotação dos hospitais regionais. O sistema que estácentrado no hospital é um sistema doente. Com os médicos presentes no interior, eles podem dar apoio a centros de especialidades, trabalhar através da telemedicina e dar suporte aos hospitais de referência”, explicou.
Seguro da legalidade
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse que o governo federal está “muito seguro” da validade jurídica do Programa Mais Médicos. Ele rebateu críticas feitas por entidades médicas, entre elas a relativa à criação do segundo ciclo do curso de medicina, medida que condiciona o recebimento do diploma à atuação, por dois anos, de alunos que entrarem nesse curso a partir de 2015, no Sistema Único de Saúde (SUS).
As entidades de classe avaliam que essa mudança é uma exploração do profissional de saúde.
“Não só o Ministério da Saúde, a AGU [Advocacia-geral da União], a Casa Civil e todos os ministérios envolvidos estão muito seguros da constitucionalidade das medidas. Agora, o momento é o do debate no Congresso [Nacional]”, disse o ministro Alexandre Padilha.
Estrangeiros não serão concorrentes
Brasília (ABr) – A decisão do governo de autorizar a vinda de médicos estrangeiros sem a aprovação no Exame Nacional de Revalidação de Diplomas (Revalida), no âmbito do Programa Mais Médicos, é para evitar que esses profissionais disputem mercado com os médicos brasileiros, disse ontem o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
Segundo ele, no entanto, todos os profissionais serão avaliados e atestados por universidades públicas, que são as mesmas instituições com atribuição e competência, definidas pela Lei.
“Caso as universidades façam a validação do diploma nesse programa, esses profissionais vão poder trabalhar onde quiserem e disputar mercado com os médicos brasileiros. O Ministério da Saúde e o da Educação não querem tirar emprego dos médicos brasileiros. Queremos trazer médicos de fora do país apenas se as vagas não forem preenchidas e com autorização exclusiva para atuar na periferia das grandes cidades e em municípios do interior”, disse.
Longa espera e reclamações
O programa Correio Debate, que vai ao ar todos os dias a partir do meio-dia pela 98 FM, foi dedicado ontem a um tema especial: a qualidade dos serviços de saúde de João Pessoa, disponibilizados pelas redes pública e privada.
Os repórteres Éclinton Monteiro, Mislene Santos, Henrique Lima, Adriana Bezerra e Albemar Santos se passaram por pacientes em cinco grandes unidades de saúde em funcionamento na Capital: os hospitais públicos do Valentina e Edson Ramalho, e os hospitais privados Samaritano e Memorial São Francisco, além da Unidade de Pronto Atendimento Oceania, em Manaíra.
E o resultado não poderia ser mais previsível: horas de espera em filas quilométricas, acotovelando-se com pacientes dos mais diferentes níveis de complexidade.
Nos hospitais privados, Henrique Lima e Éclinton Monteiro conseguiram ser atendidos com espera média de uma hora. Mesmo lá, porém, testemunharam que o caos na saúde também não poupa quem paga – e muito caro – por planos privados.
No Samaritano, por exemplo, Monteiro se deparou com um cidadão (cujo nome é preservado) que se queixava de fortes dores abdominais. Mas, a despeito de seus apelos, só conseguiu ser medicado três horas depois de dar entrada no hospital.
No Hospital do Valentina, o repórter Albemar Santos – que de fato passou mal durante a repórter, com hipertensão – foi atendido e medicado três horas e meia depois de chegar a unidade de saúde.
Em todos os estabelecimentos, a triagem para identificar os níveis de gravidade é confusa. No Edson Ramalho, por exemplo, a repórter Adriana Bezerra testemunhou porteiros e maqueiros interferindo no processo de encaminhamento dos pacientes. Ela passou 1 hora e 25 minutos em uma fila para a triagem, feita por uma única enfermeira que, ao atendê-la, se queixava de sede e cansaço.
Funcionários do hospital informaram, pedindo sigilo de identidade, que o gargalo na triagem é proposital: como o hospital só tem dois médicos para atender média diária de 300 pacientes, um encaminhamento célere só traria mais caos aos corredores internos do hospital.
Os dirigentes dos hospitais alegam que boa parte da demanda é provocada por paciente com necessidades de atendimentos ambulatoriais – e que deveriam ter procurado os serviços básicos (PSF’s) dos bairros.
A iniciativa do Correio Debate coincide com o lançamento de pacote para melhor a saúde do País, baixado pela presidenta Dilma Rousseff, que inclui importação de médicos estrangeiros, abertura de onze mil vagas nas faculdades de medicina e ampliação do curso – que passa a ser de oito anos, com os dois últimos períodos dedicados a serviços no Sistema Único de Saúde.
O diretor de radiojornalismo Fabiano Gomes disse que esta foi a primeira de uma série de reportagens que a equipe do Correio Debate desenvolveu, de forma coordenada, para testar a qualidade dos serviços públicos.
“Fazemos um jornalismo cidadão e esta é uma das muitas contribuições que podemos dar a sociedade, dando visibilidade aos problemas que nos afligem”, disse Gomes.
O coordenador da equipe, Eduardo Carneiro, faz coro: “Vamos continuar a nos debruçar sobre todos os vespeiros que incomodam o cidadão, nos aguarde”.
Os repórteres também avaliaram a experiência: “É muito positivo amplificar as queixas dos cidadãos”, disse Albemar Santos.
“São problemas velhos conhecidos de todos, mas que ganham novos contornos quando amplificados pela mídia – e não seria esse o nosso papel, dar visibilidade aos problemas do dia a dia da população?”, encerra Écliton Monteiro.
Confira relação: 
Foto: Municípios beneficiados pelo Governo Federal





Operação da PF desarticula esquema de fraudes contra o INSS no Brejo paraibano.
 


Seis pessoas foram indiciadas por um esquema que teria aplicado 200 golpes contra o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) na região do Brejo paraibano. A operação 'Sítios', realizada pela Polícia Federal na manhã desta quarta-feira (10), identificou que a organização criminosa atuava desde 2008 obtendo benefícios irregulares junto à Previdência Social.
Os crimes estariam acontecendo na zona rural dos municípios de Solânea, Bananeiras e Cacimba de Dentro. Integrantes do Sindicato de Agricultura Familiar (Sintraf) seriam os responsáveis por cooptar vítimas, moradores de comunidades rurais, que tivessem idade para solicitar aposentadoria ou crianças para solicitação de salário maternidade.
Segundo a Polícia Federal, as vítimas eram a partir daí “sindicalizadas” de forma retroativa, como se pagassem taxa ao Sintraf há anos para preparar a documentação necessária. Com os documentos fraudulentos, o sindicato ingressaria com o pedido de benefício no INSS. O prejuízo aos cofres públicos calculado pela polícia chega a aproximadamente R$ 90 mil.
No período de 2008 a 2012, foram 200 agendamentos para concessão de benefícios, sendo um em 2008, dois em 2009, cinco em 2010, sete em 2011 e 185 solicitações apenas no ano de 2012. Em sua maioria, os requerentes informavam que exerciam atividade rural em terreno de terceiros, mas em algumas situações o número de pessoas trabalhando na terra ultrapassava a área total das propriedades.
Na operação, além de seis suspeitos indiciados por estelionato, falsificação de documento, falsidade ideológica e uso de documento falso, outras 60 pessoas foram intimadas a prestar declarações. A operação 'Sítios' foi realizada por equipes da Polícia Federal, Previdência Social e oficiais de justiça que cumpriram mandados de busca e apreensão, medida cautelar penal de afastamento das atividades e medidas cautelares penais de proibição de manter contato.


DE NOVO!: Dilma frustra municípios e é vaiada novamente em marcha de prefeitos.
 

A presidente Dilma Rousseff foi vaiada pelo segundo ano consecutivo nesta quarta-feira durante a Marcha Nacional de Prefeitos, em Brasília, mesmo após ter anunciado um pacote de bondades que, somado, chega a R$ 20,4 bilhões. A insatisfação dos prefeitos gira principalmente em torno do repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).
Antes da fala de Dilma, o presidente da Confederação Nacional do Municípios (CMN), Paulo Ziulkoski, havia alertado à presidente da República que os prefeitos aguardavam medidas concretas. "Eles estão esperando anúncio da senhora, porque está todo mundo afogado", afirmou Ziulkoski, arrancando aplausos dos prefeitos presentes.
Dilma anunciou uma série de medidas que atendem a saúde e a educação e evitou mencionar o FPM. O assunto foi cobrado pelos prefeitos, que, diante do silêncio presidencial, levantou vaias contra Dilma.
A principal demanda das prefeituras é que o FPM seja aumentado em dois pontos percentuais. O fundo é formado hoje por 23,5% do Imposto de Renda e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) arrecadados pela União. Além disso, os prefeitos pedem ainda mais recursos para saúde e o encontro de contas entre União e municípios em caso de dívidas junto ao INSS. "O tema da nossa marcha é o desequilíbrio financeiro dos municípios", pontuou Paulo Ziulkoski.
O presidente da CNM criticou ainda a isenção do ICMS em setores da economia. Segundo ele, as medidas de estímulo ao consumo fizeram com que os Estados deixassem de arrecadar R$ 61 bilhões, dos quais 25% são repassados para os municípios. "Vinte e cinco por cento é R$ 15 bilhões", observou Ziulkoski.
No ano passado, Dilma havia sido vaiada pelos prefeitos por não responder de maneira satisfatória à demanda municipal sobre os royalties do pré-sal. Ela conclamou aos prefeitos que lutassem pela distribuição a partir da nova legislação em vez de maneira retroativa.
Pacote de bondades
Ao anunciar medidas para as prefeituras, a presidente garantiu que o governo federal "é parceiro" dos municípios e garantiu que a União está dando o melhor para que o País tenha mais direitos sociais. "Quero afirmar para vocês mais uma vez que o governo federal é parceiro para enfrentar problemas e encaminhar as soluções", afirmou.
Dentre as medidas, ela anunciou R$ 3 bilhões para ajudar o custeio de saúde e educação. O recurso será repassado em duas parcelas: uma em agosto deste ano e outra em abril do ano que vem. Outros R$ 600 milhões por ano foram prometidos especificamente para atenção à saúde.
Para ampliação da rede do Sistema Único de Saúde (SUS), o governo prometeu ainda mais R$ 5,5 bilhões e outros R$ 3 bilhões para custeio de equipes de saúde. Para completar o pacote, Dilma prometeu ainda R$ 3,6 bilhões para construção de creches.
A presidente, por fim, garantiu que todos municípios com menos de 50 mil habitantes poderão executar o programa Minha Casa Minha Vida. Até 2014, a promessa do governo federal é que sejam contratadas 2,75 milhões de moradias pelo programa habitacional. O impacto do programa do governo chegará a R$ 4,7 bilhões.



Crianças de 11 e 4 anos em Guarabira comem macarronada com vidro em vão parar no Trauma.

Hospital de Trauma de João Pessoa
Um grave incidente doméstico ocorreu em Guarabira (PB) na noite desta terça-feira (09).
Duas crianças, D. F. S. de 11 anos e sua irmã M. F. S. de 4 anos moradoras da Rua Adélia de França, no bairro do Cordeiro chegaram a comer macarronada com cacos de vidro na janta.
De acordo com as primeiras informações -extraoficiais- nos enviadas pela jornalista Angelita Lucas (presidente da AGI), através de sua página no Facebook, a família jantava macarronada, quando repentinamente as duas crianças acima citadas foram surpreendidas ao comerem o alimento com indesejáveis pedaços de vidros e, começaram a passar mal.
As vítimas foram socorridas para UPA de Guarabira e em seguida transferidas de imediato para o hospital de Traumas em João Pessoa.
Ninguém sabe como cacos de vidros foram parar nos pratos das crianças, porém outras informações apontam que um dia antes, um objeto de vidro teria se quebrado acidentalmente na referida residência.
Ainda não sabemos informar os nomes dos pais ou responsáveis das duas crianças.
As informações, também se encontram na página do perfil no facebook de uma jovem identificada como sendo Tamires da Silva que se diz vizinha da casa onde houve a ocorrência.
De acordo com as últimas informações após o atendimento as duas crianças estariam passando bem.















Nenhum comentário:

Postar um comentário