24 de abril de 2013

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A vítima ainda tentou segurar a bolsa, mas o bandido a arrastou por alguns metros

Embora o governo do estado se esforce em divulgar números positivos sobre a Segurança, ou a falta dela, na Paraíba, principalmente na região metropolitana de João Pessoa, a sensação é que estamos cada vez mais reféns da violência e em nenhum lugar estamos seguros de verdade. Policiais são trancados em seus agrupamentos enquanto bandidos explodem banco; populares "prendem" ladrões e esperam 40 minutos por uma viatura ou até mesmo usam carro particular como viaturas para transportar meliantes até as delegacias; crianças e seis e três anos são baleadas dentro de casa e pessoas são assaltadas em frente ao Comando Geral da Polícia Militar.

Isso mesmo, nem mesmo o Quartel General da Polícia Militar é capaz de intimidar a bandidagem que aterroriza os cidadãos de bens de João Pessoa.

Na noite desta terça-feira, 23, a jornalista Monica Melo foi assaltada no Centro da Cidade, numa parada de ônibus que fica na Praça Pedro Américo, ao lado do Comando Geral da Polícia Militar e na frente do 1º Batalhão da PM.

Monica deixou a sede do Portal WSCOM, onde trabalha e se dirigiu até a parada de ônibus acompanhada de seu pai. Neste momento, um elemento moreno, de aproximadamente 1,70 de altura, rosto quadrado e magro, se aproximou e se iniciou uma conversa.

Quando a jornalista subiu no ônibus da linha Tambaú, o individuou puxou sua bolsa com tanta força que a derrubou do segundo degrau da porta automática no chão. A vítima ainda tentou segurar a bolsa, mas o bandido a arrastou por alguns metros, tendo ela que soltar a bolsa, pois já estava bastante machucada.

Como se não bastasse o ocorrido, a jornalista ainda teve que aguentar grosseria de um escrivão de polícia civil da 2ª Delegacia Distrital, que sequer colocou seu nome no Boletim de Ocorrência, apenas assinando com letra ilegível. Mônica disse que depois de aguardar mais de 40 minutos, sem que nenhuma ocorrência estivesse sendo registrada na delegacia, ainda ouviu uma bronca do escrivão por ter ido registrar a queixa. O policial perguntou por que ela foi registrar queixa, já que nada de valor teria sido levado, ela explicou que achava importante fazer o B.O, até que seu caso ficasse registrado nas estatísticas de Segurança, a reposta do escrivão foi: "Ah, minha filha uma a mais, uma a menos, não faz diferença".





Advogado diz que Bruno poderá voltar aos gramados


 advogado do goleiro Bruno Fernandes, Lúcio Adolfo da Silva, disse que seu cliente está perto de conseguir a prisão domiciliar para voltar a jogar futebol, o que deve ocorrer, segundo ele, “em julho” deste ano. Adolfo esteve nesta quarta-feira (24), no Fórum de Contagem (MG), onde o ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, está sendo julgado desde segunda-feira acusado de matar e desaparecer com o corpo de Eliza Samudio.


  Adolfo justifica seu otimismo com o fato de que a sentença de Bruno, condenado em março a 22,3 anos de prisão por mandar matar Eliza, já ter chegado à Vara de Execuções Provisórias de Contagem, o que retira a juíza Marixa Rodrigues de qualquer deliberação sobre o caso. “A guia de execução provisória do Bruno foi expedida e foi encaminhada para a Vara de Execuções Provisórias daqui de Contagem, e se sujeita agora ao juiz Wagner Cavalieri”, disse o advogado de Bruno.

Para o advogado, a juíza tem demonstrado morosidade no envio do processo para o Tribunal de Justiça e isso tem prejudicado Bruno. “Já deveria ter sido encaminhado há mais de um mês. Essa demora, inclusive, é possível que eu leve isso ao conhecimento do tribunal para um habeas corpus em favor do Bruno”, afirmou Adolfo. Ele também protesta contra a negativa da juíza em analisar as razões de sua apelação contra a emissão do atestado de óbito de Eliza.

  Além das apelações, Adolfo vai a Brasília defender o habeas corpus pedido ao Supremo Tribunal Federal para prisão domiciliar a Bruno. “Ele tem que pagar pensão do Bruninho e de outras duas filhas. Então eu acredito que o tribunal, diante da realidade do Bruno, que é de extrema visibilidade, não vai fugir. Acredito que até o fim de julho ele poderá voltar a jogar a bola.” Segundo ele, o Boa Esporte Clube, de Varginha, no Sul de Minas, mantém o interesse em contratar Bruno




POSTADO POR FOCO PB
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