12 de abril de 2013

RÁPIDAS DO BLOG FOCO PB


Ela esperou o filho dormir, rezou de joelhos para Deus e o diabo e passou uma faca de cozinha no pescoço Jonas

Mãe corta a cabeça de filho de 5 anos após “falar” com Deus e o diabo
MÃE CORTA A CABEÇA DE FILHO DE 5 ANOS APÓS “FALAR” COM DEUS E O DIABO












Com uma serenidade pontuada por timidez e com frases bem construídas, aparentemente com nexo, Elizete Feitosa de Sousa, 26, se mostrou em uma entrevista estar em seu pleno controle mental, até quando disse que ouvia vozes mandando que matasse seus dois filhos.

Na noite de domingo, no assentamento Califórnia, a 10 km de Açailândia (MA), Elizete degolou Jonas, 5, o caçula. O assentamento tem 13 anos e é administrado pelo MST. Açailândia tem cerca de 100 mil habitantes e fica a 600 km de São Luis.

“Eu premeditei”, disse Elizete.

""Ela esperou o filho dormir, rezou de joelhos para Deus e o diabo e passou uma faca de cozinha no pescoço Jonas. “Ele abriu os olhos e aí um pus mais força (na faca) para que não sofresse.”

A polícia ficou sabendo da morte do menino pelo agente funerário ao qual a família de Elizete tinha encomendado um caixão.

Elizete disse que na verdade teria de matar um vizinho que, entre outros, debochava dela quando ela pregava a palavra de Deus. Falou que, por isso, estava deprimida e triste e que se arrependeu de ter matado Jonas.

Ela cresceu em uma família evangélica. O seu vocabulário é repleto de palavras vindas de pregação de pastor. Além de Deus, ela falou na entrevista, por exemplo, em “inimigo” e “obra do diabo”.



“Foi praticamente um estupro”, diz Gouvea sobre ataque de Thomas a Nicole Bahls

















































































Ao ficar sabendo da atitude de Gerald Thomas, que colocou a mão dentro do vestido de Nicole Bahls enquanto a bela o entrevistava no lançamento de seu livro, na quarta-feira, no Rio, Nana Gouvea resolveu dar sua opinião. Na tarde desta sexta-feira, a atriz divulgou um texto em seu Facebook detonando o diretor e contando um caso parecido pelo qual passou.

"Atentado ao pudor. Agressão. Praticamente um estupro. Abuso de autoridade? Constrangimento público. E outros crimes mais... E ela, coitada... só pode estar em estado de choque, ainda não se deu conta do acontecido. Eu estaria tão envergonhada e triste!", condenou Nana.

Se solidarizando com Nicole, a modelo ainda contou um caso parecido que viveu. "Uma vez, num stand de feira em Curitiba, um cara da fila de fãs pediu para me dar um beijo. Eu disse: 'claro'! Enquanto a ESPOSA o fotografava, ao invés do beijo, ele lambeu minha orelha e tentou passar a mão nos meus seios fingindo um abraço! Instintivamente e imediatamente, lasquei-lhe um tapa na cara e dei-lhe um empurrão! E a esposa ficou apavorada e em choque", contou.

Comentando a repercussão de sua reação, Nana prosseguiu o relato: "O dono do stand ficou p... comigo porque o cara era um dos patrocinadores e pediu que saísse do stand! Atitude horrorosa de mais um verme machista que, ao invés de me socorrer do abuso em público, ainda por cima se voltou contra mim. Isso não se faz nem com prostituta nua em cima de um palco fazendo strip-tease, porque pra tocá-las o cara tem que pagar primeiro! E chorava, e chorava, e chorava!", finalizou a bela.

Após a repercussão do caso, Gerald Thomas se manifestou em seu blog nesta sexta-feira. "Vem uma menina, de (praticamente) bunda de fora, salto alto de 'fuck me', seios à mostra, dentro de um contexto chamado Pânico e eu (que não deixo me intimidar e gosto desse pessoal) entro no jogo e viro as cartas – e os intimido! (tudo brincadeira, gentália hipócrita que abriu uma facebook page e debate e me massacra e passa dias editorializando e 'moralizando' uma questão tão simples e tão absolutamente inútil", protestou.

O diretor ainda prosseguiu: "Eu, Gerald Thomas, faço a olho nu, na frente dos fotógrafos, das câmeras, das luzes, o que esse bando de carecas e pseudo moralistas gostaria de estar fazendo atrás de portas fechadas, com as luzes apagadas!", afirmou.  


POSTADO POR GENILDO ALVES.







Hospitais Arlinda Marques e Edson Ramalho ficarão sem anestesistas

Hospitais Arlinda Marques e Edson Ramalho ficarão sem anestesistas











A partir do dia 27 de abril os médicos anestesistas dos *hospitais Arlinda Marques e General* *Edson Ramalho*, em João Pessoa, estarão impossibilitados de realizar procedimentos cirúrgicos devido à falta de contrato com o governo do Estado.


O impedimento da renovação contratual deve-se ao fato da Cooperativa dos Médicos Anestesiologistas da Paraíba (Coopanest-PB) estar sujeita à multa emanada do *Processo n° 00588.2006.001.13.00.0*, distribuído perante a 1° Vara do Trabalho de João Pessoa-PB, cujos valores superam em muito o valor pago à título de plantão, de modo que a continuidade dos serviços põe em risco a existência da própria Cooperativa, tornando esses contratos extremamente onerosos e inviáveis.

Preocupada com o prejuízo que a população sofrerá, a Coopanest enviou um comunicado à Secretaria Estadual de Saúde (SES), no final da tarde desta terça-feira (10), informando que não renovará os contratos e pedindo que sejam disponibilizados profissionais para substituir os cooperados a partir do encerramento das nossas atividades nos referidos hospitais, nas referidas datas.

Não obstante a liminar deferida em favor do Estado da Paraíba perante a Justiça Comum, os efeitos desta decisão asseguravam a manutenção dos contratos apenas durante a sua vigência, não permitindo a sua renovação por vontade unilateral da contratante.

Igualmente, na discussão de reajuste de valores pagos atualmente, foi também considerada pela Coopanest, a intransigência do Estado ao rejeitar a proposta de apenas reajustar esses valores, por um índice que corrija a defasagem da inflação e que possibilite algum ganho real na negociação, visto que é do conhecimento de todos que a cooperativa, atualmente, trabalha por uma remuneração inferior ao que o próprio Estado pagava nesses contratos, em 2010.

“A Coopanest preocupada com a repercussão social da interrupção dos serviços espera que o Governo do Estado encontre uma solução para este impasse. A situação será danosa a toda população da Paraíba, já que os dois hospitais da capital atendem aos demais municípios do Estado. As práticas cirúrgicas serão afetadas, colocando em risco a vida de quem precisa do serviço público de saúde”, alertou Azuil Vieira, presidente da Coopanest.

*Hospitais do interior* Desde a última segunda-feira (08), os hospitais estaduais de Itabaiana, Itapororoca e Guarabira encontram-se com a realização de cirurgias suspensas pelo mesmo motivo: a falta de anestesistas. Os médicos precisaram interromper seus atendimentos também nessas unidades motivados pelas mesmas razões já enumeradas anteriormente.



POSTADO POR GENILDO ALVES






Um comentário:

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