21 de julho de 2012

MANHA DE NOTICIAS DO FOCO PB VEJAM!


Onze candidatos já desistiram da disputa eleitoral em Bayeux.


O Tribunal Superior Eleitoral registrou, até a tarde desta sexta-feira (20), 11 desistências de candidatos a vereador so na cidade de Bayeux. O DivulgaCand ainda aponta outras desistências na grande João Pessoa: Cabedelo, Santa Rita, Bayeux, Conde e na Capital.

Além das desistências, dois candidatos: Lucicleia de Lima Araújo (PSB) e Onildo Estevão de Oliveira (PTC) estão com o pedido de candidaturas negados pela Justiça Eleitoral.

Confira os candidatos inaptos em Bayeux:








EXONERAÇÃO - Marly explica o que de fato levou Agra a demitir secretário Tibério.



Secretária Marly Lúcio














A secretária de Comunicação da Prefeitura de João Pessoa, Marly Lúcio, negou nesta sexta-feira (20) que a demissão do coordenador do Orçamento Democrático (OD), Tibério Limeira, tenha ocorrido por algum tipo de perseguição política.

Durante entrevista ao Correio Debate, da 98 FM, Marly explicou que no instante da demissão, Tibério já estava afastado para resolver problema de ordem pessoal. De acordo com a secretária, por conta desse afastamento do secretário, o conograma de atividades do OD estava ameaçado, visto que os trabalhos da 2ª etapa, previstos para começar em maio, já haviam sido adiados para agosto.

“Ele estava de licença no mês de junho para cuidar de assuntos pessoais, e com a autorização do prefeito. Nada mais natural que, na ausência do coordenador,  assumisse o secrertaria da pasta da transparecia. Tanto é que o prefeito em nenhum momento nomeou outra pessoa para gerenciar o OD”, disse a gestora da comunicação municipal.

Marly também rebateu ainda as acusações de Tibério, afirmando que o secretário da transparência, Alexandre Urquiza, teria proposto que el ficasse em casa sem trabalhar, em troca do não envolvimento na campanha política de Estelizabel Bezerra (PSB).

“Em nenhum momento foi colocado para que Tibério ficasse em casa sem receber, colocando como moeda de troca o silêncio dele em detrimento a um posicionamento político. Luciano Agra em nenhum momento teve esse tipo de entendimento”, garantiu.

Marly afirmou ainda que Tibério sempre foi uma pessoa com muito acesso ao prefeito, assim como Agra sempre foi muito afeito a secretário por ele ser muito atuante na gestão.

“Em momento nenhum o prefeito fez uma proposta para que ele ficasse em casa por conta de motivos políticos. A gente lamenta que Tibério tenha utilizado desse artifício para acusar o Luciano Agra dessa forma”



Partidos de oposição têm apenas 18% dos candidatos.


Infográfico








Os três principais partidos que fazem oposição ao governo federal lançaram o menor número de candidatos a prefeito desde que o PT chegou ao Planalto, em 2003.

Dos cerca de 15 mil candidatos que concorrem a uma prefeitura no país, 2.807 são do PSDB, do DEM ou do PPS. Isso equivale a 18% do total de candidaturas. Na primeira eleição municipal com Lula na Presidência, em 2004, os três partidos tinham 30% dos postulantes.

Em todo o país, 55% das cidades não têm nem sequer um candidato de uma dessas três siglas. Em 2008, era 40%.

O percentual de candidatos oposicionistas neste ano é parecido com o de 1996, ano da primeira eleição municipal após a posse do tucano Fernando Henrique Cardoso na Presidência. Naquela época, os partidos que faziam oposição eram PT, PDT, PSB e PC do B. Juntos, eles lançaram também 18% dos nomes.

A redução atual coincide com a derrocada dos oposicionistas no Congresso. A presidente Dilma Rousseff enfrenta na Câmara a menor oposição desde 1988.

O principal responsável pela queda nas candidaturas é o DEM, com 533 nomes a menos do que em 2008 (os totais ainda podem sofrer pequenas alterações, segundo a Justiça Eleitoral). "O partido foi alvo de um ataque que nos tirou muitos quadros", diz o presidente da sigla, senador José Agripino Maia (RN).

O "ataque" citado por ele foi a criação do PSD em 2011, liderada por um dos principais líderes do DEM até então, o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab. Segundo a Confederação Nacional dos Municípios, 105 prefeitos filiados ao DEM migraram para o PSD. Agora, muitos tentam a reeleição.

"A curva declinante [do DEM] é muito relativa", diz Agripino. "Uma coisa é quantidade, outra é qualidade. Perdemos São Paulo, mas temos nomes competitivos no Nordeste."
A trajetória do PSDB também é de queda: o partido reduziu um quarto de suas candidaturas desde 1996.

Entre as 85 principais cidades do país (capitais e municípios com mais de 200 mil eleitores), 22 não têm candidato de PSDB, DEM ou PPS.

Um comentário:

  1. O prefeito da capital tem o direito de demitir qualquer cidadão que ocupe cargo de confiança.A expressão cargo de confiança já se auto define.Força Luciano

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