14 de janeiro de 2012

Consulado diz que 53 brasileiros estavam em navio.



nau
Pelo menos três pessoas morreram e dezenas ficaram feridas no naufrágio que aconteceu perto da ilha italiana de Giglio, em águas da região da Toscana


O consulado do Brasil em Roma informou que 53 brasileiros estavam no navio de cruzeiro que naufragou na costa italiana na noite de sexta-feira (13).

Segundo o consulado, a empresa Costa Cruzeiros, dona da embarcação, disse que 47 dos brasileiros eram passageiros e os outros seis, tripulantes. Até o momento, não há informações de brasileiros entre os mortos, feridos e desaparecidos.

 Um grupo de 26 brasileiros que estava no navio já está a caminho de Milão, segundo a embaixada brasileira na cidade.

Veja fotos do acidente
Grupo de brasileiros que estava em navio já segue viagem
Navio teria alterado rota para evitar tragédia maior

Caso necessário, a embaixada do Brasil na Itália providenciará novos passaportes para essas pessoas. No caso de quem precisar viajar imediatamente ao Brasil, emitirá um documento chamado Autorização de Retorno ao Brasil (ARB), que substitui provisoriamente o passaporte.

O telefone de emergência do Consulado Brasileiro em Milão é 00xx39 335 727 8117 e do Consulado Brasileiro em Roma, 00 39 333 1184 682.

Segundo a imprensa italiana, cerca de quatro mil pessoas estavam no navio Costa Concordia.
Até agora foram registradas três mortes, possivelmente por afogamento, e 14 pessoas estão feridas, duas delas em estado grave.

De acordo com os jornais italianos La Repubblica e Corriere della Sera, aproximadamente 70 pessoas estão desaparecidas.

"Vivemos momentos de caos", afirma família que estava na embarcação
Brasileiro relata 'pânico' ao entrar em bote salva-vidas

Oficiais locais afirmam que algumas pessoas dadas como desaparecidas não estão, necessariamente, perdidas no mar. Elas podem estar em hospitais, abrigos e até mesmo nas casas da região, sendo ajudados pelos moradores.

Ajuda

Na ilha de Giglio as autoridades convocaram a população para ajudar na acolhida aos passageiros do cruzeiro. Moradores abriram suas casas para receber os viajantes, assim como centros esportivos e a pequena igreja da localidade serviram de abrigo. Centenas de habitantes que durante o inverno vivem na ilha ofereciam alimentos e deram o conforto às pessoas que chegavam à ilha.

Algumas lojas abriram durante a noite e a população cedeu cobertores e roupas para que não passassem frio. Sobre os eventuais atrasos no salvamento, a Capitania dos Porto de Grosseto, à qual Giglio é ligada, anunciou a abertura de uma investigação. O capitão de corveta Emilio do Santo admitiu os atrasos. A embarcação envolvida no acidente é o cruzeiro "Costa Concordia", a maior italiana de passageiros, pertencente à companhia "Costa Cruzeiros". O navio encalhou por causas ainda desconhecidas e está escorado a 80 graus em uma região arenosa com profundidade de 30 metros.




POSTADO POR GENILDO ALVES/R7.

Nenhum comentário:

Postar um comentário