3 de outubro de 2011

Esporte: suor e tecnologia se encontram para ajudar os atletas.

Treinamentos utilizam o que há de mais moderno para fazerem com que os atletas consigam chegar ao topo das modalidades mais concorridasNosso mergulho nesse mundo que une suor e tecnologia começa no laboratório de fisiologia do Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa, em São Paulo. Karina e Graziela são atletas de luta olímpica e estão em um dia de testes.
Primeiro, elas passaram por uma avaliação cardiorrespiratória. Simples, porém indispensável. Aliada à esteira, para simular o esforço físico, este equipamento monitora o consumo de oxigênio e a produção de gás carbônico durante o exercício. Dentro do computador, um software desenvolvido na Alemanha é o responsável por comparar o resultado aos chamados "níveis ideais", aqueles em que o treinador acredita que o atleta pode chegar para render mais.
Thiago Ribeiro Lopes, fisiologista do Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa explica: "É um teste em que conseguimos quantificar como o músculo está conseguindo suprir a energia que ele está precisando para a contração muscular. E, como uma das vias energéticas que o músculo tem para suprir essa produção de energia para a contração muscular é a via aeróbia, que depende do oxigênio, nós usamos aquele equipamento para medir como o sistema cardiorespiratório e o sistema muscular estão trabalhando em conjunto para conseguirem manter a contração muscular em um nível adequado".<iframe src="http://www.olhardigital.com.br/embed/20885" width="460" height="290" frameborder="0" scrolling="no" marginheight="0" marginwidth="0"></iframe>
Essas avaliações e muitas outras são aplicadas em atletas das mais diversas modalidades. A ideia é poder criar programas de treinamento mais individuais. Thiago ainda explica que "a diferença entre o 'ouro e a prata' é muito pequena. Então, quanto mais preciso formos dentro desse contexto de preparação, mais fácil de termos o resultado final o melhor possível".
"É um trabalho imprescindível. Os melhores atletas do mundo utilizam a análise biomecânica e a parte da cinemática para auxiliá-los em seus treinamentos, melhorando suas performances", explica Manoel Moreas, o "Maneco", que é biomecânico do clube Pinheiros.
Não perca! Na próxima reportagem da série "Esporte Digital" você vai conhecer os equipamentos e soluções que auxiliam os árbitros nas decisões mais difíceis e polêmicas.... Várias dessas novidades podem fazer diferença nos resultados do Pan-americano que vem aí.

POSTADO POR PATRICIA ALVES.

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