21 de setembro de 2011

Caso Rebeca: delegado ouve mais três pessoas e admite que caso é muito complexo.


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O delegado Pedro Ivo que está a frente das investigações sobre o assassinato da estudante Rebecca Cristina afirmou na manhã desta terça-feira (20) que esta semana já ouviu mais três testemunhas, mas até agora a polícia ainda não tem nenhuma informação concreta que possa levar aos autores do assassinato.

Pedro Ivo, que está no caso, juntamente com o colega Marcos Paulo, disse que além desses depoimentos, já investigou várias denúncias anônimas feitas por meio do telefone 197, realizou várias perícias e está solicitando outras. O delegado afirmou que o caso está se tornando complexo devido a gama de informações que todos os dias chegam ao conhecimento da polícia, mas a maioria sem fundamento.

“Eu sei que as pessoas têm o maior interesse em ajudar no caso, mas pedimos que só liguem quando tiveram informações valiosas, verdadeiras, porque do contrário, ao invés de ajudar só faz é atrapalhar com informações infundadas, suposições e achismos”, comentou Pedro Ivo.

Ele disse que já foram ouvidas cerca de trinta pessoas e o inquérito já tem cerca 350 páginas. Devido à complexidade do caso, o delegado adiantou que já pensa em solicitar a Justiça a dilatação do prazo para que ele mais tempo de continuar com as investigações.

Relembrando o caso

Rebeca foi assassinada com um tiro na nuca no dia 11 de julho desse ano. A garota foi morta após estupro e estava apenas com roupas intimas. Quando foi encontrada na Praia de Jacarapé. A garota estudava no Colégio da Polícia Militar, em Mangabeira e saiu de casa pela manhã para ir para aula. Ao meio dia ela demorou a chegar em casa e a família ficou preocupada.

Primeiro eles foram a uma delegacia e prestaram queixa e no meio da tarde, populares encontraram o corpo de uma mulher no matagal de Jacarapé. Os moradores da localidade reconheceram Rebeca.

Segundo a família, a garota era evangélica e tinha a namorado que também pertence a mesma igreja que ela freqüenta. Os parentes dela disseram que ela era uma menina que só saia de casa para ir a Igreja ou para o Colégio e que em outras ocasiões sempre estava acompanhada.

No primeiro momento da investigação a suspeita recaiu sobre quatro pessoas: o padrasto, o namorado e o ex-namorado da menina e um presidiário que teria sido visto nas imediações do local onde Rebecca foi vista pela última vez.

A Polícia fez exame de DNA com amostras coletadas dos quatro suspeitos e deu negativo. Posteriormente a polícia prendeu um homem acusado de ter cometido vários estupros na cidade, Fábio Pereira, que também passou a ser visto como suspeito. Foi feito o DNA e também deu negativo.



Da Redação com Paulo Cosme
postado por Genildo Alves.

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