14 de julho de 2011

Cotado pra assumir secretaria, Raoni sugere Banco do Povo para João Pessoa

Enquanto ele é voz corrente nas especulações sobre o substituto de Edvaldo Rosas na Secretaria de Transparência de Luciano Agra, o vereador Raoni Mendes (PDT) está mais preocupado com o seu mandato na Câmara.
 
Na volta aos trabalhos legislativos da Câmara Municipal de João Pessoa(CMJP), marcado para o próximo dia 29, o Vereador Raoni Mendes(PDT) apresentará um projeto que cria o 'BANCO DE JOÃO PESSOA', que os objetivos consistem em facilitar, através da concessão de crédito, a criação, crescimento e consolidação de empreendimentos de pequeno porte, dirigidos por pessoas de baixa renda.
 
Segundo Raoni, o 'BANCO DE JOÃO PESSOA' terá plena capacidade para celebrar todos os atos, contratos e convênios, contrair empréstimos e entabular outras negociações com organismos e entidades nacionais e internacionais, públicas e privadas.
 
O parlamentar autor da proposta explicou que o Banco deverá ser constituído a organização civil sem fins lucrativos, com sede em João Pessoa, e que trabalhe em consonância com a já existente linha de crédito do Programa Municipal de Apoio aos Pequenos Negócios (Empreender-JP) - programa permanente de crédito orientado do Governo Municipal que já beneficiou e melhorou a vida de mais de 22 mil pessoas.
 
"O período da duração do ‘BANCO DE JOÃO PESSOA’ será ilimitado. A ideia é que transformemos o Empreender JP em um Banco do Município, uma vez que mostra sua capacidade e solidez, quando amplia sua linha de crédito para consignações dos funcionários da prefeitura municipal de João Pessoa, além de reforçar nosso trabalho em defesa dos consumidores pessoenses que tem sofrido neste sistema bancário, da fila até os juros exorbitantes", idealiza Raoni Mendes.
 
O vereador já apresentou a minuta do projeto ao Secretário de Desenvolvimento Econômico da PMJP, Raimundo Nunes, declarou que “ao longo dos meus muitos anos de profissional ligado a empreendedorismo e crédito empresarial, de natureza micro ou para pequenas empresas que considero, agora, como antes, digo que é fundamental a criação de um organismo financeiro para dirigir, orientando e reorientendo, as políticas públicas que têm sido colocadas pelos governos municipal e estadual, nos últimos tempos, no nosso Estado”. 
 
 POSTADO POR GENILDO ALVES.

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