23 de maio de 2011

Inocentado de acusação de formar quadrilha, João Almeida já sofreu com denúncia infundada do MP

O suplente de vereador João Almeida (PMDB) já definiu bem seu papel na política: é o homem bomba. Escalado sempre pra fazer aquilo que seus companheiros querem fazer, mas sem mostrar a cara, Almeida empresta sempre sua assinatura pra ações judiciais contra adversários.
 
É um CPF pronto pra qualquer ocasião. No pedido de impeachment do prefeito Luciano Agra, repetiu o mesmo ritual que em outros casos, a exemplo do Aeroclube do Bessa, da Fazenda Cuia.
 
No caso atual, reuniu ações movidas pelo Ministério Público, encheu o pulmão de ar e saiu bradando a corrupção que, segundo o MP, se alastra na prefeitura de João Pessoa. Há alguns anos, o Ministério Público Federal fez o mesmo com João Almeida. Envolveu num suposto esquema de compra de votos em favor do então deputado Fabiano Lucena.
 
Ambos foram acusados de integrar uma quadrilha pelo procurador da República, José Guilherme Ferraz. Pouco a pouco, a Justiça foi inocentando os acusados. Inclusive, João Almeida, que foi obtendo vitórias no Judiciário.
 
Ele saiu do processo com uma certeza: não vale muita à pena acreditar nas acusações do Ministério Público. Eles mancham depois ninguém conserta mais.
 
por Genildo Alves

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